Lesões, limitações, desânimo, força, resiliência e cura. A dor que sim, não parece, mas acaba!

 


Este ano, me desculpe, foi f*da! Tive lesão no ombro (meses em tratamento) e  quando achei que estava pronta para treinar direito novamente, em agosto fui premiada com uma tendinite trocantérica bilateral (nas articulações do quadril) - eu vinha em um ritmo de treino de musculação e práticas de yoga todos os dias e o corpitcho arregou!  De agosto até final de novembro foram meses de muita dor latejante 24 horas por dia … a ponto de eu quase pedir para usar muletas; tratamento fisioterápico envolvendo ultrassom, laser e “choques”, manipulação, liberação miofascial… e  acompanhamento físico na academia com atividades de recuperação. Tive que parar as práticas de yoga. 

Mas sabe que houve aprendizado neste tempo? Exercitei muito a resiliência, quando tive que aceitar (e me conformar) que tem coisas que não dependem da minha vontade e que só o tempo ia dar jeito… o velho “nada como um dia depois do outro!” Também exercitei a escuta do corpo! Como é importante! Saber quando ele grita, o que fazer, que tipo de atividade fazer e quando não fazer tal atividade (porque ia piorar e me deixar de cama). Aprendi na dor quando achei que estava melhor e fui passear no shopping. Foram 4 horas em pé andando! Resultado: 1 semana entrevada na cama. 

Enfim, o que eu quero deixar aqui é a certeza de que PASSA! A gente quase pira, mas passa. Fazendo tudo direitinho e não se sabotando, as coisas vão para o lugar. 

Graças à minha querida fisio de sempre a Ana Carolina Rodrigues , às minhas profes maravilhosas Luisa Pietrobon e  Rachel Pietrobon  e do  Bruno Dal Piva da academia Conceito Equilibrio Corporal, eu dei a volta!!! 

E teve um último elemento na cura que encontrei quando estava desesperada de dor e, como não posso tomar os antiinflamatórios que o médico receitou porque tenho refluxo, fui pra internet procurar algo “natural”. Encontrei a erva baleeira, que é um potente antiinflamatório. Pode tomar chá e tem a apresentação em pomada antiinflamatória também que usei e é bárbara. 

Enfim, depois de quase deprimir - porque parece que o poço não tem fim, voltei feliz da vida! Como dizem: “a vida é boa”! 

Com carinho,
Ana

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